domingo, julho 13, 2008

Idéias e Imagens velhas.

Estou ouvindo Siam Shade agora, mesmo estando meio surdo de um ouvido por causa do show de ontem. Tributo ao PANTERA! é. Foi brutal.
Continuando a minha história. Ha, que coisa ridícula.
Bem, vim aqui contar que estou feliz. Estou sentindo o equilíbrio voltar aos poucos. Mas eu acho que eu estou me agarrando a uma forte idéia nova. Ela simplesmente parece ser um pouco difícil de entender, mas é assim que eu gosto. Leva tempo pra compreender.
Sim, estou feliz. Interessante é pensar sobre como os outros me vêem. Talvez seja um pouco verdade tudo aquilo que as pessoas pensam. A minha vida está sendo tão boa quanto vocês imaginam. Talvez porque eu estou aprendendo como funciona a minha cabeça e o inalcançável está se tornando tão próximo que posso abraçar.
Ontem alguém com problemas em ficar sozinha pedia minha companhia. Pensei muito sobre isso. Me senti assim por muito tempo. Minha maneira de lidar com a situação foi diferente. Talvez seja por isso que superei. Acho que eu aprendi a curtir. Só isso.
O ano chegou à metade, e eu estou imaginando o que ainda está por vir. Talvez ainda haja muito. Estudar muito, curtir muito, tocar muito, rir muito, treinar muito... resumindo : várias com força.
E talvez um dia eu ainda vá me lembrar o quanto valeu à pena. Sei lá. Ainda não chegou a hora.
perai que eu vou lá pegar um texto antigo pra postar aqui...


Volto depois de 5 min. e aqui estou com o texto que queria.


Poder ao Povo

Poderá o povo
conter a iminente guerra civil
que cresce implícita
em meio a tantas mortes
esquecidas pelos donos
dos relógios de vidro?

Poderá o povo
ver seu mundo definhar
sem compaixão e sem a alma chorar?

Poderá o povo decidir?

Pode você decidir
o futuro
de quem nao acredita
no presente?

Poderá o povo
conhecer a verdade e sair do escuro?

Poder ao povo?

Onde, senão aqui?
Quando, senão agora?

Há um mundo a ser criado.
Há um tempo a ser mudado.
Há um amanhã a ser esperado.

Pode o povo.

Guilherme Fernandes Tritany


Nasceu esse de uma idéia vinda de uma parede pintada num bairro próximo à Universidade Federal de Santa Catarina.
As Palavras diziam : P O D E R A O P O V O


tchau.



sexta-feira, julho 04, 2008

Como eu sou. ou como eu me vejo...

Bom, seguindo o conselho de uma amiga.
Quem sou eu.
Eu sou o Guilherme Fernandes Tritany. É o que está escrito no meu documento de identidade.
É assim que me reconhecem formalmente. Filhos da Puta, estão redondamente enganados.
Eu gosto de me assumir como o Gui. É o nome que consegue expressar quem sou. É o nome que traz consigo a minha verdadeira cara. Cara.
Então, quando você se refere a mim como "trita" ou como "tritany", não espere de mim a reação mais sincera, e sim a que corresponde a tal nome.
Eu sou pacífico. Tranquilo. Apesar de adorar a adrenalina nas coisas. Eu amo me cuidar e eu amo o esporte. Eu sou fresco. Eu não sou tão simples quando gostaria de ser. Eu não como gordura. Eu não como gelatina. Eu odeio corantes e doces de criança. Eu adoro criança. Acho que é uma ligação que eu tenho com elas e elas comigo. Eu gosto de estudar e gosto de conceitos. Eu sou um mentiroso (apesar de falar a verdade na maioria das vezes), eu gosto de ser reconhecido e nem sempre mereço tal reconhecimento. Eu gosto de experimentar o novo. O alternativo. Me atrai loucamente como se fosse o destino.
Eu sou brasileiro. Eu adoro o meu país e quero vê-lo crescer. Mas eu não acredito nas pessoas. Elas não querem um mundo melhor. Não ensinam as outras. Não compartilham. Acumulam um poder imaginário chamado dinheiro. Eu gosto de ter conforto, mesmo que seja simples.
Eu não ligo pra você. Eu não ligo se você usa roupas caras ou faz isso ou aquilo. Eu ligo pra quem mostra interesse. Eu gosto de ser quem sou. Eu não vou mudar pra me encaixar no seu grupo. Deve haver um grupo que me aceite.
Eu adoro estar com gente perto de mim. Eu adoro falar e ser ouvido. Eu adoro aprender com gente diferente. Eu sou carinhoso e adoro abraçar as pessoas. Eu sou assim.
Hoje em dia a música faz parte da minha alma. Na verdade, eu sinto a necessidade de fazer música. Se não é assim, eu não existo por inteiro. Não sou completo.
Eu sou o Gui. Eu morro de vontade de lhe conhecer. Que tal a gente conversar? Bom, internet é algo bem escroto mesmo. Se a gente se cruzar na rua de repente rola um papo.
Boa noite pra vocês.

quinta-feira, julho 03, 2008

Sonhos...

Eita, acabei de postar agora mesmo outra crônica do guitarreiro... Mas senti vontade de escrever outra coisa...
Não tem ônibus em Floripa hoje. Ou Em floropa.. não sei ao certo.
Têm ônibus na Palhoça. Afinal, lá ainda não chegou a notícia da greve.
Mas brincadeiras à parte...
Lembram daquele tempo em que mesmo uma cidade era considerada uma grande distância?
Claro que não. Vocês não eram nascidos. E eu ainda pergunto, ai ai...
Mas saca só, é assim que me sinto. Queria ir ao centro.. mas agora pensei numa coisa interessante..
Lembram daquela música "O dia em que a Terra parou"? Queria ir ao centro hoje, mas não vou lá comprar meu tocador de mp3... pois eu sei que o vendedor também não estará lá..
Quero ir ao almoço de quinta... mas não sairei de casa pois eu sei que meus amigos também não estarão lá...
E o raul inda canta ao meu ouvido pois ele sabe que ele é Grande e quando a Terra realmente parar como ele sonhou, talvez cada um cuide de sua vida. E talvez eu consiga me lembrar o que foi que eu tinha na cabeça quando eu resolvi acordar cedo hoje e sentar-me à frente de um computador trajando uniforme de colégio militar. É, talvez eu esteja um pouco louco.

Na noite de Terça pra Quarta... eu tive um sonho. É engraçado contá-lo aqui. Eu deveria tê-o contado à camila, ou à porcariazinha, ou ao mestre vini, mas aqui estou.. bora lá!

Sei lá, tudo começou meio estranho. Eu me vi chegando à casa de meus avós maternos. Fica no meio de um bosque, cheia de mata ao redor, e é muito bonito lá. Entrei na casa e falei com meus parentes que lá estavam na casa do "patriarca". Eu sentia como se tivesse algo importante acontecendo. Um motivo de orgulho. Mas acho que não me deram muita bola. Todos estavam saindo pra ver um jogo de futebol.
Dentro da casa, havia uma menina que eu nunca tinha visto. Era morena. Cabelos lisos, corpo bem cuidado, belo rosto. Tão bela que na hora me chocou. Tão viva que me dava arrepios. Talvez eu estivesse delirando, mas eu não conseguia entender. Era a visão mais perfeita. Simples assim.
Ninguém parecia dispensar a ela a menor atenção. Mas eu me apresentei. Não me lembro agora qual era seu nome. Não lembro. Mas sei que a sensação de ouví-lo me fez suspirar.
Por algum motivo me vi saindo da casa. Lá nos fundos, havia um monte de gente. Gente que eu nunca vi na vida, mas por algum motivo eu me senti à vontade para conversar e rir. Eu parecia conhecê-los intimamente. Talvez fossem só a projeção de minhas personalidades. Sei lá.
Num momento tudo pareceu acalmar-se, e eu vi que havia uma tenda. O grupo de pessoas mais próximas a mim parecia ser o mais ridículo. Apesar de me parecer o mais divertido. Mas nós estavamos destacados. Todas as pessoas ao redor de nosso grupo abria caminho para que nós lentamente chegássemos à tenda. Lá havia muita comida e um casal que parecia nos homenagear. De repente uma garota de cabelos encaracolados segura meu braço. Ela se agarra a mim apaixonadamente como quem parece estar muito feliz. Na hora eu não saquei, mas eu parecia sentir como se fosse minha namorada.
Em um minuto, recebi as homenagens e me lembro de ver a menina me levar à boca um pedaço de um delicioso bolo. Tirava-se fotos no momento e talvez por uma maluquice de sonho eu percebi que estava sem camisa. Após engolir o primeiro pedaço do delicioso bolo, a menina me beija freneticamente, de uma maneira arrepiante e que me fez parar naquele momento e realmente tentar entender tudo. Era um beijo forte. Fortíssimo que me faz perder a noção do tempo.
De repente eu me vi conversando com o casal que nos homenageava, quando todos já tinham ido comemorar em algum canto e me pedido pra encontrá-los logo. Eu conversava como se soubesse que aquele momento era mais importante do que a comemoração com os amigos. Eu tinha um carinho enorme por aquele casal. Eles eram meus mentores. E talvez meus amigos. Eles me eram inspiração e arte que balança o coração.
Antes de acordar... eu percebi que a todo tempo eu era assistido pela menina de cabelos lisos cujo belo nome não lembro. Ela me assistia durante todos os passos. Me preocupei tremendamente quando a outra garota me beijou. Eu tinha em minha mente o interesse naquela morena. Eu a queria. Eu a desejava. De alguma forma ela me fez pensar.
Acordei na quarta feira com o celular me despertando com uma música simpática e o meu irmão me agradecendo pelo som. Acordei e só conseguia pensar no sonho. Foi a primeira vez que eu acordei sem querer voltar ao sonho. Eu sabia que ele era um sonho. Mas ele me intriga até agora e me faz querer cair fora daqui.

Já escrevi coisa demais. Eu tenho que subir e trocar de roupa.

Bom dia pra vocês.

O de hoje...

Continuando a saga...
Bem.. só pra dizer que hoje não há ônibus rodando na cidade de Florianópolis. Uma greve que segue desde ontem. Parou a cidade. Literalmente.
O mais interessante.. é que eu me sinto preso a alguma coisa. Deve ser porque é quinta feira. Arthur Dent já dizia que nunca entendeu qual é a das quintas. Concordo com ele. Cada semana um novo sério problema.
Quanto ao dia de ontem... bá.. foi interessante. Qualquer hora escrevo algo sobre ele.
Há dois dias tomei a decisão de finalmente entrar no mundo da tecnologia comprando um aparelho tocador de mp3. Sou muito caipira pra essas coisas... mas é muito bom correr à beira mar ouvindo um som brutal. E passar rugindo à noite. Tem gente que deve ficar assustada ao ver um 'urso' correr rugindo.
haha
Mas essa é outra história.


O guitarreiro e a menina de verde...


Guitarreiro anda por aí e coleciona beijos.
Ele não o faz por mal. Ele não o faz pra aparecer. Ele o faz porque é carinhoso. Só isso.
Guitarreiro pede beijo à moreninha de verde logo cedo. Próximos à rampa, conversam sobre qualquer besteirinha. É o normal. É rotina. Mas é vital. Faz uma falta imensa quando guitarreiro passa a manhã no colégio sem falar com a menina de verde.

Guitarreiro sobe a rampa e vê um colega a girar uma metralhadora imaginária para todos os lados a atirar. O sorriso que aparece em seus rostos é cativante. Mas o sorriso do rapaz da rampa é diferente do sorriso do guitarreiro. O sorriso do rapaz vem da graça que ele vê na piada. O sorriso do guitarreiro vem da graça que ele vê em sua vida. Não é tão bacana quanto parece. Mas é tão legal quanto pode ser.

Guitarreiro desce a rampa no intervalo e conversa com a moreninha de verde. Não sei o que há, mas ele sempre consegue botar um sorriso no rosto da menina. É isso o que importa. Nada mais.

- Ei, guitarreiro, como foi o fim de semana?
- Ah, você sabe... foi uma merda. Mas eu estou super feliz.
- Como é que você consegue estar sempre feliz assim?
- Não sei. Acho que é porque eu merdei a regulagem da guitarra.
- E não era pra estar triste?
- Claro que não. Ah, - pára por um instante – Sei lá, eu. Pergunte ao Magrão aí, oras.

E a menina sorri.

O coração do guitarreiro se enche de calor.



Bom dia para vocês.

segunda-feira, junho 30, 2008

Ei, guitarreiro...

Ei, hoje estou sem tempo pra escrever aqui. Sem tempo mesmo. Tem que ser rápido. Então visitem meu fotolog que vão saber o que eu queria escrever aqui agora. www.fotolog.com/ursaoboladao
Só falta uma coisa... Minha vida tá tão punk que eu consegui ralar meu nariz na parede. MIHnha tarde hoje foi punk também. Eu e a menina do cabelo vermelho fizemos nada.
Ok, voltando ao que importa: Estou lançando uma série de crônicas que ainda estou escrevendo. Mas aos poucos vou largando os textos aqui. A série chama-se: Ei, guitarreiro...
É sobre o cotidiano guitarreiro por aí.
Vocês vão saber diferenciar a parte ficção da parte real. Ou não.
E os personagens vão se ver ali. Ou não.
Mas tudo bem, acontece.

A primeira vem de uma lembrança de verão:

A morena e o "Fééara"

- Ei, guitarreiro, aquela morena de verde tá olhando pra cá...
- OK! Bora lá, magrão!
- Porra, e vamos dizer o quê?
- Ah, sei lá, digo pra ela que você ficou curioso sobre o resto da tatuagem dela..
- tá bom.

O bacana da vida tá nisso daí. E fugir do namorado gigante também faz parte. No final rende boas risadas. E se a gente não corre... uns safanões também..



OBS: "Fééara" - deve ser pronunciado com sotaque de surfista da malhação.

OBrigado.
Gui.

domingo, junho 22, 2008


Olá, galera... Hoje estou postando uma foto do zakk.
Ele tem me inspirado muito ultimamente. Exatamente pelo que vocês podem ver na foto - bonitão, super guitarreiro, na paz, tomando a cerveja dele, um puta vozeirão... é isso aí.
E o timbre? bá.. é aquele marshall gritando. JCM mó pedrada.

Tou ansioso pra pegar o Shred Master. Aí a pancada será forte.

Semana que vem eu anuncio direito, mas tem novidade aí.
Fiquem na paz aí.

sexta-feira, junho 20, 2008

Vontade de Gritar...

Hoje tem aqui um Gui com vontade de gritar.
Gritar para que os tempos calmos voltem, ou que ao menos a fase de transição passe e me deixe ver o sol. Mesmo que não haja sol, quero ver o que está sobre nossas cabeças, eu quero mais da minha vida. Mas ao mesmo tempo eu preciso descansar. A rotina e a semana me tiram o sono à noite. Isso e todas as minhas fixações por cores diferentes e meninas alternativas. É... como diria um adepto do tritanismo: "É um sério problema." Não é que eu ache isso bonito, é fixação. Vem de dentro, brota como maria-sem-vergonha e eu não consigo controlar. Eu estou viciado. Ou talvez eu só esteja precisando de um cafuné. Uma tigela de açaí talvez resolvesse meu problema. E quem sabe aquele cheiro de arte nova e felicidade contagiante que sempre me faz esquecer de tudo aquilo que deveria ser lembrado. Já sei. Preciso escrever uma música. Ou talvez seja só a saudade da última, quem sabe?
É, novamente uma postagem começando com "vontade de gritar" (a última tinha uma frase similar, porém em inglês). De qualquer forma, agora escuto um som diferente. Honjitsu Wa Seiten NARI - Do As Infinity. Sim, faz parte do repertório do Aizou. Mas agora ela me lembra de um dia especial. Foi a primeira vez que eu escutei essa música. Passei uma linda tarde com uma pessoa que eu gosto muito. Por algum motivo, revi essa pessoa ontem à tarde. Saudade, era o que eu sentia. Foi muito bom revê-la, rir com você, rir de você, e ouvir suas angústias, Camila. Obrigado.
Voltando à referida música.. ela me faz sentir o grito subir, mas não sai nada. Talvez seja só essa minha vontade se mudar. E mudar é exatamente do que essa música fala.
Senti vontade de escrever aqui hoje. Exatamente porque hoje é sexta-feira, e por algum motivo maluco, eu sei muito bem o que quero. Eu quero adrenalina.
À noite acordei várias vezes. Pensei num rosto. Um rosto de menina. Não a conheço. Não mesmo. Talvez seja só mais uma daquelas vezes em que novas sensações esfriam-me os pulmões e me fazem respirar o ar como se fosse puro perfume. Sei lá.
Desejo que vocês curtam o fim de semana.
Sabe aquela velha dica?
Arrisque-se!

Gui.

sábado, junho 14, 2008

Sometimes I Feel Like Screaming - And Sometimes I Do.

Coisas antigas que me voltam à mente agora. Coisas que deveriam ter sido esquecidas, mas sempre me fazem ter vontade de chorar um pouco. Talvez simplesmente por que eu passei anos sem derramar nem uma lágrima sequer. Anos. Talvez daqui pra frente seja tudo assim: mais intenso.
Novas esperanças me fazem suspirar, mas é essa dor de cabeça latejante que me incomoda durante o sono, é aquela velha insegurança dos tempos perdidos e das flores esquecidas. Tudo o que eu queria ter feito, mas não tive coragem. Tudo o que eu ainda desejo, mas já sei que não vale à pena.
Vontade de gritar. Igualzinho àquela música. Perfeita. Linda. Ela me faz chorar, me faz gritar. Ela chega de mansinho e canta alegremente enquanto eu admiro a força de um sentimento agarrado a um arranjo infinito. Mais um ciclo.
Eu sei que não tenho escrito aqui tanto quanto eu devia. Mas novas idéias nascem na minha cabeça. E quando vocês menos esperarem, elas já estarão vivas.
Uns meses atrás, o coração me levou a amar estes versos: "my wish kanaetai noni subete wa god knows" - " ainda quero que meu sonho se torne realidade, no mais, Deus sabe."
Estou aprendendo sobre equilíbrio. Desejo a mesma sorte a vocês.

A música pra esse momento é "Sometimes I feel Like Screaming - Deep Purple"

Obrigado
GUI.

quinta-feira, junho 05, 2008

A Verdade Por Trás do.... eu não sei como terminar esse título...

Eu tiro o casaco. Volto a me sentar e logo na página do blog. Enquanto penso em escrever, escolho uma música para ouvir. Apesar de eu ter me apaixonado por essa música recentemente, Baretta foi uma péssima escolha para agora. Troco de som. Agora escuto um álbum chamado Erotic Cakes. Por algum motivo acredito que esse tem mais a ver comigo no momento.
Tá bom, eu sei que não escrevo aqui há um tempo. Mas foi o tempo necessário pra conseguir reaprender a focalizar minhas idéias. Não que elas sejam claras, pelo contrário, elas são bagunçadíssimas. Mas o foco significa que eu consigo pensar numa bagunça de cada vez. Cada um dos pilares separadamente. Nunca pensei que separaria o Sexo, o Esporte e o Roquenrou. Pensei que tudo fizesse parte da mesma bagunça. Vejo que não. E ainda tenho que juntar a tudo isso um objetivo. Vestibular. Bacana. Tá bom, não vou mais falar de vestibular aqui. O interessante desse foco que volto a conhecer é que não sinto como se uma nova paixão pudesse me tirar dos eixos novamente.
Agora eu lembro de tudo que já me aconteceu nesse ano. É junho! Passou MUITO rápido. Eu mal vi os dias passarem. As semanas foram contadas por quintas feiras. Mal podia esperar chegar o dia. Uma agitação diferente. Não é o evento ou o encontro em si. Mas as pessoas. O desequilíbrio e o apoio maravilhoso. Os amores. Foi tanta coisa que passou tão rápido, que eu não consigo contar o número de confusões. Não consigo contar o número de "sérios problemas", e as vezes em que eu "nem falei nada". Talvez simplesmente não fosse necessário. É, não foi. Mas foi divertido. Só aquele olhar pro lado procurando um rosto amigo, uma pessoa que me entenda. E nós rimos. Rimos espontaneamente. Achamos graça de nossa desgraça. Em menos de seis meses, eu aprendi a valorizar as pessoas que me são importantes, conheci muita gente que hoje mora em meu coração, revi velhos conceitos, reanimei velhas chamas e talvez um dia eu me lembre desse ano.
Talvez eu devesse escrever aqui sobre as coisas da modernidade, já que eu resolvi que era sobre isso que eu ia escrever aqui hoje. Tá bom, amanhã escrevo sobre elas. Talvez com informações mais organizadas do que as que disponho agora.
Se alguém lê o que escrevo, saiba que fico feliz com isso.
Estou feliz. Estou cansadão, culpa de poucas horas de sono e muitas tarefas durante o dia todo. E daí? Amanhã não tem aula. Descansarei, estudarei e pensarei muito. Talvez eu ainda volte aqui para escrever mais.
Sem demorar mais, eu comento a leitura que me arrepiou hoje. O novo conto do Márlio. Parabéns, guri. O conto se chama "Sassenach". Quem tiver a oportunidade passa lá na toca do márlio e pede a ele.
Depois do merchan... Despeço-me.
Tchau.

Gui.

segunda-feira, maio 05, 2008

Só pra deixar claro...

É hora de esclarecer pra a galera o que aconteceu comigo nas ultimas semanas...
bom.. o que se passou foi: Eu estava apaixonado.
Mas eu e ela concordamos que não ia dar certo, e acabou.
Simples.
Mais simples ainda é o estado que estou agora. Tranquilo.
Vida de Desapaixonado combinada com vida de solteiro. Agora volto a sentir a graça na situação.
Prometo parar de usar isso aqui como diário e postar algo mais interessante.. só que até agora...
Só tenho tido semanas loucas... ha..
agora... eu não quero deixar notícia hoje. Talvez amanhã..
Só uma dica: Tem a ver com um DOUTOR.
Quem sabe, sabe.. quem não sabe, me procura...